Dimensão do sagrado brasileiro, ancestralidade e espiritualidade serão discutido no SESC São Paulo

São Paulo/SP – Ciclo de debates Cultura Afro-brasileira – Apontamentos acontecerão dias 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de agosto deste ano organizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo, localizado na Rua Pelotas, 141 5o andar, Torre A, Vila Mariana, zona sul da Capital paulista e contará com a participação e contribuição de importantes nomes do universo acadêmico e liderança de matriz africana, a exemplo do Taata Kwa Nkisi Katuvanjesi – Walmir Damasceno, do Nzo Tumbansi e coordenador nacional do ILABANTU que falará ao lado do professor doutor Vagner Gonçalves, do departamento de antropologia social da USP.

Espiritualidade e ancestralidade: dimensões do sagrado brasileiro
Vagner Gonçalves: Doutor em Antropologia Social, Professor livre-docente da USP. Desenvolve pesquisas na área de populações afro-brasileiras, enfocando temas como religiosidade, artes afro-brasileiras e representação etnográfica.

Walmir Damasceno: Jornalista, sacerdote e Coordenador nacional do ILABANTU – Instituto Latino Americano de Tradições Afro Bantu.
12/08 – 14hs

Oralidade e Corporeidade
Kanzelumuka: Bacharel em dança pela Unicamp. Bailarina, pesquisadora e professora. Integrante e co-fundadora da Nave Gris Cia. Cênica. Pesquisa representações performáticas de origem Banto no Brasil.

Paulo Dias: Pianista, Percussionista e Etnomusicólogo. Fundador e Diretor da Associação Cultural Cachuêra.
14/08 – 14hs

Reflexões sobre uma estética negra
Adriana Paixão: Co-fundadora da Capulanas Cia. de Arte Negra, atriz formada em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP e graduanda em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Paulo. Arte educadora e pesquisadora do corpo.

Débora Marçal: Co-fundadora, intérprete e pesquisadora da Capulanas Cia de Arte Negra. Cursou Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP. Ministra cursos e oficinas de turbantes, tranças, danças a partir das culturas africanas, afro brasileira e brasileira.

Joel Zito Araújo: Cineasta e Doutor em Comunicação pela Universidade de São Paulo. Concebeu e dirigiu o documentário “A negação do Brasil” e o longa “Filhas do vento”. É autor dos livros “A Negação do Brasil – o negro na telenovela brasileira” (2001), e “O negro na TV pública” (2010).
19/08 – 14hs

Patrimônio afro-brasileiro: coleções em instituições museais
Juliana Ribeiro Bevilacqua: Doutoranda em História Social pela Universidade de São Paulo. Atua como pesquisadora no Museu Afro Brasil. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da África e História da Arte africana.

Marta Heloísa Leuba Salum: Doutora em Antropologia Social. Docente no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE/USP). Dedica-se aos seguintes assuntos: arte africana, cultura material, coleções em museus, patrimônio e memória, arte-educação, arte e religiosidade, imaginário, imagens e fotografia.
21/08 – 14hs

Literatura afro-brasileira
Ligia Fonseca Ferreira: Doutora em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Université de Paris III – Sorbonne, com tese sobre vida e obra do escritor, advogado, jornalista e abolicionista Luiz Gama. É autora de Primeiras Trovas Burlescas de Luiz Gama e outros poemas (Martins Fontes, 2000) e Com a palavra Luiz Gama. Poemas, artigos, cartas, máximas (Imprensa Oficial, 2011), entre outros.

Cuti: Cuti é pseudônimo de Luiz Silva. Doutor em Literatura Brasileira pelo Instituto de Estudos da Linguagem – Unicamp. Um dos fundadores e membro do Quilombhoje-Literatura e um dos criadores e mantenedores da série Cadernos Negros. Possui vários livros publicados.
26/08 – 14hs

Lei 10.639/03: Experiências educacionais

Denise Carreira – Ação Educativa: Doutoranda pela Faculdade de Educação da USP, coordenadora da área de educação da Ação Educativa. Tem ampla experiência na área de Educação, com ênfase nos seguintes temas: direitos humanos, políticas educacionais, educação popular, gênero e raça, desigualdades e discriminações.

Suelaine Carneiro – Geledés: Instituto da mulher negra: Coordenadora do Programa de Educação do Geledés: Instituto da Mulher Negra. A entidade desenvolve, entre outros, projetos educacionais que promovam o respeito e a igualdade no ambiente escolar e de valorização da história e cultura negra. Mestranda em Educação pela Universidade Federal de São Carlos.
28/08 – 14hs

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