Seminário na UFMG vai discutir perspectivas territoriais, identitárias e culturais das Comunidades Tradicionais de Terreiros Bantu

Belo Horizonte/ MG – No âmbito das comemorações do Mês da Consciência Negra de 2016, entidades ligadas às culturas tradicionais afro-brasileiras, em parceria com o Instituto de Geociências – IGC da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG e a Subsecretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial de Minas Gerais irão promover o Seminário Diálogos Contemporâneos: Perspectivas Territoriais, Identitárias e Culturais das Comunidades Tradicionais de Terreiro Bantu em Minas Gerais, o objetivo do evento é oportunizar reflexões sobre os desafios etnogeográficos, etnopolíticos e culturais enfrentados pelas comunidades de terreiro de Angola em Minas Gerais, vislumbrando a troca de saberes e experiências entre comunidade acadêmica, gestores públicos, comunidades de terreiro e sociedade em geral.

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As temáticas abordadas incluem etnocartografia, etnobotânica, patrimonialização de terreiros, políticas de reparação, Nkisi e natureza; processos de reafricanização e “desnagotização”; aspectos linguísticos bantu entre outras questões. O Seminário acontecerá nos dias 17 e 18 de novembro de 2016, no Museu de História Natural e Jardim Botânico da Universidade Federal de Minas Gerais, rua Gustavo da Silveira, 1035, bairro Santa Inês, em Belo Horizonte. Convidado pela professora Liliane Rodrigues de Oliveira Braga, do Instituto de Geociências – IGC, para participar do evento, em caráter de palestrante, Tata Katuvanjesi – Walmir Damasceno, coordenador nacional do ILABANTU/Nzo Tumbansi confirmou presença e irá discorrer sobre a relação “Nkisi e natureza, processos de reafricanização e ‘desnagotização’ e o uso de Mukange”.

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