Kizoonga Bantu Katatu

Data: 18 de maio de 2013

Local: Instituto Latino Americano de Tradições Afro Bantu – Ilabantu – Estrada de Itapecerica (Rodovia Armando Sales), n 5205

Público: Lideranças de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana Bantu da Bahia, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Recife e Maceió (100 pessoas)

9h00
Recepção – Inscrições – entrega de materiais

10h00
Abertura Tradicional Bantu
Nengwa Kwa Nkisi Lembamuxi – Herdeira e Sucessora do Unzó Tumbenci de Maria Neném – Casa Matriz de Salvador – Bahia

10h10
Conferência Especial da Ministra-Chefe da Seppir/PR, Luiza Bairros
Palavra de Autoridades Tradicionais, Politicas, Sociais

11h00
Exposição Tema: “Revitalização das Tradições Bantu no Brasil”
Palestrante: Taata Kwa Nkisi Katuvanjesi – Walmir Damasceno, diretor do ILABANTU/Nzo Tumbansi

11h30
Exposição Tema: “A contribuição dos povos bantu na construção do patrimônio cultural brasileiro e combate ao racismo”
Palestrante: Professora Doutora Yeda Pessoa de Castro – UFBa./UNEB – Salvador/Bahia

13h00
Intervalo para o Almoço

14h00
Exposição Tema: “As famílias tradicionais na construção dos fazeres e saberes bantu no Brasil”
Palestrante: Raimundo Nonato da Silva – Taata Lubitu Konmannanjy – Presidente da Acbantu (Salvador-Bahia)

14h30
Oficina Reciclando o Saber
Responsável: Patrícia Marinho – Arqueóloga – MAI USP-SP

16h00
Roda de Reflexão

1.Reflexão sobre os 10 anos da lei 10.639 em São Paulo: dificuldades, avanços e a contribuição da matriz bantu.

A reflexão será aberta com fala da educadora Liliane Braga professor Mauricio F Santos, Taata Kwa Nkisi Mutadiamy, ambos farão um panorama dos 10 anos da vigência da lei que institui a obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no âmbito de São Paulo, com exemplos de dificuldades e avanços e informações de/sobre órgãos governamentais responsáveis pela fiscalização e cumprimento da lei. A contribuição da matriz bantu será abordada de forma histórica e, em seguida, Liliane mediará a reflexão sobre essa contribuição na atualidade, por meio de diálogo aberto e relatos de experiências das pessoas presentes no Seminário,

2.Troca de reflexões entre os participantes mediados pelos palestrantes

18h00
Cerimônia Tradicional em Homenagem ao nkisi Katendê

19h00
Encerramento

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